


DOS MUROS DA COPASA
PARA AS GALERIAS DO
PALÁCIO DAS ARTES
DOS MUROS DA COPASA PARA AS GALERIAS DO
PALÁCIO DAS ARTES
DOS MUROS DA COPASA
PARA AS GALERIAS DO
PALÁCIO DAS ARTES
Entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, o projeto Arte nas Águas de Minas transforma unidades da Copasa em 12 galerias de arte urbana, espalhadas por todas as regiões do estado. Em cada cidade, um artista convidado se une a dois talentos locais, selecionados por chamamento público, para criar obras que refletem sobre a água, o território e as comunidades. O resultado é uma celebração da diversidade que escorre da natureza mineira e da cultura brasileira.
Entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, o projeto Arte nas Águas de Minas transforma unidades da Copasa em 12 galerias de arte urbana, espalhadas por todas as regiões do estado. Em cada cidade, um artista convidado se une a dois talentos locais, selecionados por chamamento público, para criar obras que refletem sobre a água, o território e as comunidades. O resultado é uma celebração da diversidade que escorre da natureza mineira e da cultura brasileira.
Entre outubro de 2024 e dezembro de 2025, o projeto Arte nas Águas de Minas transforma unidades da Copasa em 12 galerias de arte urbana, espalhadas por todas as regiões do estado. Em cada cidade, um artista convidado se une a dois talentos locais, selecionados por chamamento público, para criar obras que refletem sobre a água, o território e as comunidades. O resultado é uma celebração da diversidade que escorre da natureza mineira e da cultura brasileira.



NÚCLEO SOPA DE LETRAS
NÚCLEO SOPA DE LETRAS
NÚCLEO SOPA DE LETRAS
A sopa de letras, prática recorrente no graffiti, nasce da experimentação com formas tipográficas, sobreposições e variações de letras que se entrelaçam até criar composições multiformes e imersivas. Rompendo padrões visuais, essa abordagem do graffiti é uma forma de afirmação do anônimo como testemunha do espaço urbano.
Na contemporaneidade, a sopa de letras está entre uma das formas mais radicais de arte, pois tenciona o limite entre legibilidade e abstração, entre palavra e imagem. Ao ocupar muros, viadutos e fachadas, ela redefine o modo como o território é percebido, convertendo superfícies funcionais em campos de experimentação estética e simbólica. É uma prática ao mesmo tempo coletiva e singular, reconfigurando o uso do espaço público, deslocando-o de um lugar de simples passagem para um espaço de encontro, questionamento e imaginação. Assim, dialoga diretamente com questões centrais da arte contemporânea: a expansão dos suportes, a crítica aos limites institucionais da arte e a valorização das expressões que emergem da vida cotidiana.
Reúnem-se artistas que exploram essa linguagem em um núcleo coletivo, pensado em uma dinâmica que também ocorre na água em contexto urbano: o transbordamento nas ruas.
A sopa de letras, prática recorrente no graffiti, nasce da experimentação com formas tipográficas, sobreposições e variações de letras que se entrelaçam até criar composições multiformes e imersivas. Rompendo padrões visuais, essa abordagem do graffiti é uma forma de afirmação do anônimo como testemunha do espaço urbano.
Na contemporaneidade, a sopa de letras está entre uma das formas mais radicais de arte, pois tenciona o limite entre legibilidade e abstração, entre palavra e imagem. Ao ocupar muros, viadutos e fachadas, ela redefine o modo como o território é percebido, convertendo superfícies funcionais em campos de experimentação estética e simbólica. É uma prática ao mesmo tempo coletiva e singular, reconfigurando o uso do espaço público, deslocando-o de um lugar de simples passagem para um espaço de encontro, questionamento e imaginação. Assim, dialoga diretamente com questões centrais da arte contemporânea: a expansão dos suportes, a crítica aos limites institucionais da arte e a valorização das expressões que emergem da vida cotidiana.
Reúnem-se artistas que exploram essa linguagem em um núcleo coletivo, pensado em uma dinâmica que também ocorre na água em contexto urbano: o transbordamento nas ruas.
A sopa de letras, prática recorrente no graffiti, nasce da experimentação com formas tipográficas, sobreposições e variações de letras que se entrelaçam até criar composições multiformes e imersivas. Rompendo padrões visuais, essa abordagem do graffiti é uma forma de afirmação do anônimo como testemunha do espaço urbano.
Na contemporaneidade, a sopa de letras está entre uma das formas mais radicais de arte, pois tenciona o limite entre legibilidade e abstração, entre palavra e imagem. Ao ocupar muros, viadutos e fachadas, ela redefine o modo como o território é percebido, convertendo superfícies funcionais em campos de experimentação estética e simbólica. É uma prática ao mesmo tempo coletiva e singular, reconfigurando o uso do espaço público, deslocando-o de um lugar de simples passagem para um espaço de encontro, questionamento e imaginação. Assim, dialoga diretamente com questões centrais da arte contemporânea: a expansão dos suportes, a crítica aos limites institucionais da arte e a valorização das expressões que emergem da vida cotidiana.
Reúnem-se artistas que exploram essa linguagem em um núcleo coletivo, pensado em uma dinâmica que também ocorre na água em contexto urbano: o transbordamento nas ruas.



ARTISTAS
ARTISTAS
ARTISTAS
Cisco
Pinguim
Ricardo Treze
Sativa
Tadeo 186
Thiago Moska
Snup
Ed-Mun
Cisco
Pinguim
Ricardo Treze
Sativa
Tadeo 186
Thiago Moska
Snup
Ed-Mun
Cisco
Pinguim
Ricardo Treze
Sativa
Tadeo 186
Thiago Moska
Snup
Ed-Mun
NÚCLEO CREW
NÚCLEO CREW
NÚCLEO CREW
As crews nasceram do graffiti como grupos de afinidade, mas rapidamente se consolidaram como forma consistente de organização artística no espaço urbano. Em torno delas, artistas compartilham técnicas, lugares e visões de mundo, formando comunidades que transformam a cidade em um campo de experimentação estética e social.
Para além da marcação de presença nos muros, as crews elaboram estratégias de acesso à arte, abrem caminhos para novos artistas e produzem redes de apoio. Funcionam como espaços de aprendizagem coletiva, onde a prática do graffiti se torna ferramenta de desenvolvimento social, de fortalecimento comunitário e de redefinição do uso do espaço público e dos domínios da arte. Neste espaço expositivo, reformulamos personagens de artistas para recriar a lógica colaborativa de uma crew, propondo novas formas de convivência e diálogo.
Cada personagem carrega sua própria cor, intensidade e ritmo, mas todos se encontram no mesmo ambiente urbano, abrindo caminhos para que a arte seja partilhada como bem comum e, assim, também é a água.
As crews nasceram do graffiti como grupos de afinidade, mas rapidamente se consolidaram como forma consistente de organização artística no espaço urbano. Em torno delas, artistas compartilham técnicas, lugares e visões de mundo, formando comunidades que transformam a cidade em um campo de experimentação estética e social.
Para além da marcação de presença nos muros, as crews elaboram estratégias de acesso à arte, abrem caminhos para novos artistas e produzem redes de apoio. Funcionam como espaços de aprendizagem coletiva, onde a prática do graffiti se torna ferramenta de desenvolvimento social, de fortalecimento comunitário e de redefinição do uso do espaço público e dos domínios da arte. Neste espaço expositivo, reformulamos personagens de artistas para recriar a lógica colaborativa de uma crew, propondo novas formas de convivência e diálogo.
Cada personagem carrega sua própria cor, intensidade e ritmo, mas todos se encontram no mesmo ambiente urbano, abrindo caminhos para que a arte seja partilhada como bem comum e, assim, também é a água.
As crews nasceram do graffiti como grupos de afinidade, mas rapidamente se consolidaram como forma consistente de organização artística no espaço urbano. Em torno delas, artistas compartilham técnicas, lugares e visões de mundo, formando comunidades que transformam a cidade em um campo de experimentação estética e social.
Para além da marcação de presença nos muros, as crews elaboram estratégias de acesso à arte, abrem caminhos para novos artistas e produzem redes de apoio. Funcionam como espaços de aprendizagem coletiva, onde a prática do graffiti se torna ferramenta de desenvolvimento social, de fortalecimento comunitário e de redefinição do uso do espaço público e dos domínios da arte. Neste espaço expositivo, reformulamos personagens de artistas para recriar a lógica colaborativa de uma crew, propondo novas formas de convivência e diálogo.
Cada personagem carrega sua própria cor, intensidade e ritmo, mas todos se encontram no mesmo ambiente urbano, abrindo caminhos para que a arte seja partilhada como bem comum e, assim, também é a água.



ARTISTAS
ARTISTAS
ARTISTAS
Bicicleta Sem Freio
Bozó Bacamarte
Cris.
La Cruz
Leo Caxeta
Mag Magrela
Matheus Black
Rimon Guimarães
Bonikta
Yacunã Tuxá
Kakaw
Bicicleta Sem Freio
Bozó Bacamarte
Cris.
La Cruz
Leo Caxeta
Mag Magrela
Matheus Black
Rimon Guimarães
Bonikta
Yacunã Tuxá
Kakaw
Bicicleta Sem Freio
Bozó Bacamarte
Cris.
La Cruz
Leo Caxeta
Mag Magrela
Matheus Black
Rimon Guimarães
Bonikta
Yacunã Tuxá
Kakaw
NÚCLEO LAMBES
NÚCLEO LAMBES
NÚCLEO LAMBES
Propomos um diálogo entre a galeria de arte contemporânea e as estéticas das ruas. Com origem em ações populares de comunicação visual, o lambe ressurge aqui como dispositivo que exibe imagens comumente ignoradas dentro das cidades. Ervas daninhas, plantas do cerrado e outros seres surgem em um grande painel que se apresenta como um muro urbano – suporte e figuras que evidenciam a resistência, a memória, o afeto, entre outras possibilidades interpretativas.
Ao transpor os lambes para o ambiente da galeria, o núcleo tensiona os limites entre o institucional e o marginal, o oficial e improvisado, ideal e ordinário, contrastes que convocam o ato de colar uma obra, também como um gesto político, artístico e social.
Convocamos o público a olhar elementos diversos a partir da visão particular de artistas que caminham por cidades e campos observando o que muitas vezes é ignorado.
Propomos um diálogo entre a galeria de arte contemporânea e as estéticas das ruas. Com origem em ações populares de comunicação visual, o lambe ressurge aqui como dispositivo que exibe imagens comumente ignoradas dentro das cidades. Ervas daninhas, plantas do cerrado e outros seres surgem em um grande painel que se apresenta como um muro urbano – suporte e figuras que evidenciam a resistência, a memória, o afeto, entre outras possibilidades interpretativas.
Ao transpor os lambes para o ambiente da galeria, o núcleo tensiona os limites entre o institucional e o marginal, o oficial e improvisado, ideal e ordinário, contrastes que convocam o ato de colar uma obra, também como um gesto político, artístico e social.
Convocamos o público a olhar elementos diversos a partir da visão particular de artistas que caminham por cidades e campos observando o que muitas vezes é ignorado.
Propomos um diálogo entre a galeria de arte contemporânea e as estéticas das ruas. Com origem em ações populares de comunicação visual, o lambe ressurge aqui como dispositivo que exibe imagens comumente ignoradas dentro das cidades. Ervas daninhas, plantas do cerrado e outros seres surgem em um grande painel que se apresenta como um muro urbano – suporte e figuras que evidenciam a resistência, a memória, o afeto, entre outras possibilidades interpretativas.
Ao transpor os lambes para o ambiente da galeria, o núcleo tensiona os limites entre o institucional e o marginal, o oficial e improvisado, ideal e ordinário, contrastes que convocam o ato de colar uma obra, também como um gesto político, artístico e social.
Convocamos o público a olhar elementos diversos a partir da visão particular de artistas que caminham por cidades e campos observando o que muitas vezes é ignorado.



ARTISTAS
ARTISTAS
ARTISTAS
Ramon Martins
Thiago Mazza
Juliana Gontijo
Ramon Martins
Thiago Mazza
Juliana Gontijo
Ramon Martins
Thiago Mazza
Juliana Gontijo
NÚCLEO BANDEIRAS
NÚCLEO BANDEIRAS
NÚCLEO BANDEIRAS
Neste núcleo a bandeira é tomada como expressão artística e dispositivo expandido de múltiplos significados. Objeto historicamente associado à ideia de território, pertencimento e poder, aqui a bandeira é ressignificada como meio de expressão subjetiva, política e poética.
As obras reunidas neste espaço se apropriam da materialidade e da carga simbólica das bandeiras para subverter narrativas oficiais, reivindicar identidades e tensionar fronteiras, não apenas territoriais, mas também entre o público e o privado, o institucional e o íntimo, entre outras. Seja por meio da reflexão sobre as águas, a maternidade, divindades e seres fantásticos, cada trabalho exposto propõe outras percepções sobre o que significa erguer, hastear, carregar uma bandeira.
Ao ocupar o espaço da galeria com tecidos suspensos, cores e imagens diversas, o núcleo também remete ao gesto coletivo, às manifestações, à resistência e à presença dos corpos, inclusive aquíferos, no espaço social. As bandeiras, muitas vezes associadas ao nacionalismo e à autoridade, aqui se tornam veículos de denúncia, afeto, utopia e multiplicidades.
Neste núcleo a bandeira é tomada como expressão artística e dispositivo expandido de múltiplos significados. Objeto historicamente associado à ideia de território, pertencimento e poder, aqui a bandeira é ressignificada como meio de expressão subjetiva, política e poética.
As obras reunidas neste espaço se apropriam da materialidade e da carga simbólica das bandeiras para subverter narrativas oficiais, reivindicar identidades e tensionar fronteiras, não apenas territoriais, mas também entre o público e o privado, o institucional e o íntimo, entre outras. Seja por meio da reflexão sobre as águas, a maternidade, divindades e seres fantásticos, cada trabalho exposto propõe outras percepções sobre o que significa erguer, hastear, carregar uma bandeira.
Ao ocupar o espaço da galeria com tecidos suspensos, cores e imagens diversas, o núcleo também remete ao gesto coletivo, às manifestações, à resistência e à presença dos corpos, inclusive aquíferos, no espaço social. As bandeiras, muitas vezes associadas ao nacionalismo e à autoridade, aqui se tornam veículos de denúncia, afeto, utopia e multiplicidades.
Neste núcleo a bandeira é tomada como expressão artística e dispositivo expandido de múltiplos significados. Objeto historicamente associado à ideia de território, pertencimento e poder, aqui a bandeira é ressignificada como meio de expressão subjetiva, política e poética.
As obras reunidas neste espaço se apropriam da materialidade e da carga simbólica das bandeiras para subverter narrativas oficiais, reivindicar identidades e tensionar fronteiras, não apenas territoriais, mas também entre o público e o privado, o institucional e o íntimo, entre outras. Seja por meio da reflexão sobre as águas, a maternidade, divindades e seres fantásticos, cada trabalho exposto propõe outras percepções sobre o que significa erguer, hastear, carregar uma bandeira.
Ao ocupar o espaço da galeria com tecidos suspensos, cores e imagens diversas, o núcleo também remete ao gesto coletivo, às manifestações, à resistência e à presença dos corpos, inclusive aquíferos, no espaço social. As bandeiras, muitas vezes associadas ao nacionalismo e à autoridade, aqui se tornam veículos de denúncia, afeto, utopia e multiplicidades.



ARTISTAS
ARTISTAS
ARTISTAS
Ani Ganzala
Bela Parada
Fênix
una Bastos
Maria Ramos Gazel
Marlette Menezes
Mika Ribeiro
PH Arts
Prado Neto
Zi Reis
Abias Gabriel
Desmedida
Luka Ferreira
Ani Ganzala
Bela Parada
Fênix
una Bastos
Maria Ramos Gazel
Marlette Menezes
Mika Ribeiro
PH Arts
Prado Neto
Zi Reis
Abias Gabriel
Desmedida
Luka Ferreira
Ani Ganzala
Bela Parada
Fênix
una Bastos
Maria Ramos Gazel
Marlette Menezes
Mika Ribeiro
PH Arts
Prado Neto
Zi Reis
Abias Gabriel
Desmedida
Luka Ferreira

